Explicando o inexplicável
Carinho: Presente enviado pelo coração cujo portador pode ser mão, boca, gesto ou palavra.
by Adriana Falcão
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"Amor é um gostar que não diminui de um aniversário para o outro. Não. Amor é um exagero... Também não. É um desadoro... Uma batelada? Um enxame, um dilúvio, um mundaréu, uma insanidade, um destempero, um despropósito, um descontrole, uma necessidade, um desapego? Talvez porque não tivesse sentido, talvez porque não houvesse explicação, esse negócio de amor ela não sabia explicar, a menina."


Eu sou mais eu
Conto de Réis





Dias que passaram





Todo dia

.:A árvore:.
.:Acervo Pessoal:.
.:Acidulante:.
.:Andando ao Deus dará:.
.:Aqui tem Donna:.
.:Balaio de Idéias:.
.:Blues curitibano:.
.:chfb in concert:.
.:Das coisas que ficam:.
.:Depósito de Receitas Damasco:.
.:Infinito Particular:.
.:Manual Cerebral:.
.:Mentiras históricas:.
.:O dedo do Quevedo:.
.:O Mutante:.
.:Saudade do Presidente Figueiredo:.
.:Somewhere Only we Know:.
.:Trash:.
.:The Walrus:.
.:Um ano e 11 dias:.
.:Understand me...:.

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Quinta-feira, Agosto 28, 2008

Ontem ouvi uma frase assim: "se as árvores não tivessem raízes, fugiriam dos homens". Fiquei pensando (e olha que pensei muito) na intensidade disso. É uma pena que os homens também criem tantas raízes parasitas. Quem sabe, se fosse diferente, ele não poderia fazer da liberdade, assim como da felicidade, uma realidade e não um conceito? Eu quero nunca criar raízes, mas cultivar um tronco forte para poder sair sempre espalhando meus frutos por aí, no vento. Vivo no mundo do ser e estou cada vez mais me acostumando em não ter.

postado por: juli poppins 11:52 AM

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Quinta-feira, Agosto 14, 2008

o brilho do jantar das amigas



Hoje de manhã, na mesa do café, minha mãe, olhando fixamente para os meus olhos, perguntou como havia sido o jantar. Eu, sem entender o porquê da gravidade da situação, respondi também olhando dentro dos olhos dela: "Ótimo, como sempre". E ela: "É, mas dessa vez acho que no lugar de pimenta do reino você usou glitter".

postado por: juli poppins 8:31 AM

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Quarta-feira, Agosto 13, 2008

De repente somos atropelados, levados, arrastados pelas coisas que não esperamos, que até ontem não conhecíamos. Quando vemos, já foi. Acendem-se as luzes e... surpresa! Antes de você ir embora eu já sinto sua falta. Não sei se sinto mais medo ou mais vontade. Medo de que seja tudo igual de novo. Vontade de que seja tudo diferente exatamente como até agora é. E o melhor da vida não é mesmo viver?

postado por: juli poppins 2:59 PM

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