Sempre
Explicando o inexplicável
Carinho: Presente enviado pelo coração cujo portador pode ser mão, boca, gesto ou palavra.
by Adriana Falcão
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"Amor é um gostar que não diminui de um aniversário para o outro. Não. Amor é um exagero... Também não. É um desadoro... Uma batelada? Um enxame, um dilúvio, um mundaréu, uma insanidade, um destempero, um despropósito, um descontrole, uma necessidade, um desapego? Talvez porque não tivesse sentido, talvez porque não houvesse explicação, esse negócio de amor ela não sabia explicar, a menina."
Eu sou mais eu
Conto de Réis
Professora 24 Horas
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Dias que passaram
Todo dia
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.:Acidulante:.
.:Andando ao Deus dará:.
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.:Balaio de Idéias:.
.:Blues curitibano:.
.:chfb in concert:.
.:Das coisas que ficam:.
.:Depósito de Receitas Damasco:.
.:Infinito Particular:.
.:Manual Cerebral:.
.:Mentiras históricas:.
.:O dedo do Quevedo:.
.:O Mutante:.
.:Saudade do Presidente Figueiredo:.
.:Somewhere Only we Know:.
.:Trash:.
.:The Walrus:.
.:Um ano e 11 dias:.
.:Understand me...:.
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Quarta-feira, Novembro 28, 2007
postado por: Segunda-feira, Novembro 19, 2007
postado por: Domingo, Novembro 18, 2007
postado por: Sábado, Novembro 17, 2007
postado por: Quarta-feira, Novembro 14, 2007
postado por: lei da atração Há muito tempo ela não freqüentava os mesmos lugares, por puro desleixo, preguiça ou hábito de abandono. Desde então também não vira o sol nascer por entre os prédios nem dançara a última música. Naquele dia ela resolveu que iria. Iria ao happy hour com os amigos na esquina. Iria à abertura do Festival Nacional de Arte. Iria à confraternização depois do coquetel no antro da zona boêmia. Iria dançar até o dia amanhecer. E foi. Despiu-se de tudo e vestiu uma camiseta branca, uma bermuda preta, um scarpin branco, uma bolsa preta. Sem brincos, sem colares, sem pulseiras, sem batom; era ela. E só ela. E ali, na frente, era ele. E só ele. Eles se conheceram muito há muito tempo, tanto tempo que já quase não se conheciam mais. Eles se olharam e o desejo se materializou num sorriso que paralisou o mundo por um segundo. A música parou de tocar e como uma avalanche o dito e o não-dito, o feito e o não-feito, todas as coisas mal resolvidas, incertas, queridas e temidas estavam suspensas no ar. A distância desapareceu e na mesa desfilaram dois anos em duas horas. Como se fosse a primeira vez os dois se viram, se desejaram, se conquistaram, se beijaram, se entregaram. Acharam o caminho incerto mais certo para o quarto dele. Perderam a hora, perderam a linha, perderam a vergonha, mas se encontraram um no outro e ela desejou nunca ter escolhido o inferno da certeza em detrimento da porta fechada que lhe parecia tão assustadora no passado. Parecia. Acordaram dia alto. Ela foi trabalhar. Ele precisava ligar para a namorada.
postado por: juli poppins 3:03 PMhikikomori
Eu só queria descobrir onde estão as chaves do meu quarto. postado por: juli poppins 2:28 PMSegunda-feira, Novembro 12, 2007
postado por: Sexta-feira, Novembro 09, 2007
postado por: cuidado com o estresse! Melhor chegar atrasado neste mundo do que adiantado no outro. postado por: juli poppins 2:16 PMQuinta-feira, Novembro 08, 2007
postado por: Quinta-feira, Novembro 01, 2007
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