Sempre
Explicando o inexplicável
Calúnia: Quando além de delator o mau-caráter ainda é mentiroso.
by Adriana Falcão
__________
"Amor é um gostar que não diminui de um aniversário para o outro. Não. Amor é um exagero... Também não. É um desadoro... Uma batelada? Um enxame, um dilúvio, um mundaréu, uma insanidade, um destempero, um despropósito, um descontrole, uma necessidade, um desapego? Talvez porque não tivesse sentido, talvez porque não houvesse explicação, esse negócio de amor ela não sabia explicar, a menina."
Eu sou mais eu
Conto de Réis
Professora 24 Horas
Eu no orkut
Dias que passaram
Todo dia
.:Acervo Pessoal:.
.:Acidulante:.
.:Andando ao Deus dará:.
.:Aqui tem Donna:.
.:Blues curitibano:.
.:chfb in concert:.
.:Das coisas que ficam:.
.:Mentiras históricas:.
.:O dedo do Quevedo:.
.:O Mutante:.
.:A Poison Tree:.
.:Saudade do Presidente Figueiredo:.
.:Trash:.
.:Um ano e 11 dias:.
.:Understand me...:.
Bavardage
Blog Filho
Cardiotopia
Copy & Paste
Da cólera ao silêncio
Entre Pensamento e Expressão
Estranho no ninho
Flicts
MegaZona
Pensamentos Imperfeitos
Sem pressa pra viver
Bigornas
Ensaio
Fenolfitaleína
Fred Campos
Reticência
Sutil como um paquiderme
Fotologs
pb0
Beth Frígida
Bioconcretismo
Massacration
Fotoblog
O Mutante
Arte Brasil
Fotografando


Especiais
Biblioteca Nacional
CAPES
Florbela Espanca
Folha de São Paulo
Getty Images
Mar de poesias
Mulheres que amo
Net Papers
Pin-up page
Poema Processo
Primeira Leitura
Rubem Alves
Sonetos
Vida Besta
Wunderblogs
Augusto Vieira
Despropósitos
Michele
|
Segunda-feira, Fevereiro 28, 2005
postado por: Domingo, Fevereiro 27, 2005
postado por: Sexta-feira, Fevereiro 25, 2005
postado por: Quarta-feira, Fevereiro 23, 2005
postado por: Segunda-feira, Fevereiro 21, 2005
postado por: Sexta-feira, Fevereiro 18, 2005
postado por: Quarta-feira, Fevereiro 16, 2005
postado por: post de aniversário com a voz do pernalonga dizendo "e aí, velhinha" de fundo, em homenagem à paula E a vida me deu mais um ano de presente. postado por: juli morré 10:14 AMSegunda-feira, Fevereiro 14, 2005
postado por: tudo sobre minha mãe Minha mãe é linda. É jovem e faz academia. Minha mãe fala demais, como quase todas as mães. Ela faz bico quando eu chego tarde em casa e fica tomando chá e resmungando na cozinha depois das cinco da manhã. Minha mãe arruma minhas coisas, coloca ordem no meu armário, sempre acha que sua comida não está boa o suficiente e vive fazendo drama. Além disso, ela tem sempre razão. As pragas da minha mãe dão certo e, muitas vezes, como se as suposições não bastassem, ela tem premonições. Tudo exatamente como quase todas as mães. Se ela diz que vai chover e faz sol, ela fala que podia ter chovido. Se ela fala para não sair na quinta e você é assaltado, ela sabia que aquilo ia acontecer. Mas o melhor é que minha mãe, e isso eu não sei se é um mal de todas as mães, adora contar piadas. Ela esquece os nomes, os lugares e muitas vezes o enredo, entretanto detesta ser corrigida. Enquanto ela é o cúmulo da falta de graça, nós morremos de rir. Hoje, na sala, minha mãe. Sei de uma piada ótima, sobre mulheres. Vocês conhecem? Aquela que compara as mulheres com bolas. É assim: Uma mulher, quando tem 20 anos, é como uma bola de futebol, tem vários homens correndo atrás dela. Quantos são mesmo num time? Onze? Então é isso, são 22 homens correndo atrás dela e mais um monte olhando. Quando ela tem 30 anos é como uma bola de basquete. Basquete ou vôlei? Qual dos dois tem menos jogadores? Seis? Cinco? Os dois? Então qualquer um serve, né? Pois é, quando ela tem 30 é assim, uns doze lutando por ela e o resto olhando. Quando ela faz 40... qual esporte tem menos de seis jogadores por time e mais de dois? Ah... 40 não importa, o divertido mesmo é quando ela faz 50, porque tênis ainda tem platéia, mas ping-pong não, sabe? Então fica um jogando ela pro outro e ninguém nem presta atenção...
Minha mãe é como quase todas as mães com uma única diferença, que faz dela única: ela é a minha mãe. E mãe, eu só tenho uma! postado por: juli morré 9:03 PMbe my valentine (...) Quando te vi amei-te já muito antes: Tornei a achar-te quando te encontrei. Nasci pra ti antes de haver o mundo. Não há cousa feliz ou hora alegre Que eu tenha tido pela vida fora, Que o não fosse porque te previa, Porque dormias nela tu futuro. E eu soube-o só depois, quando te vi, E tive para mim melhor sentido, E o meu passado foi como uma 'strada Iluminada pela frente, quando O carro com lanternas vira a curva Do caminho e já a noite é toda humana. Quando eu era pequena, sinto que eu Amava-te já longe, mas de longe... Fernando Pessoa, A falência do prazer e do amor Happy Valentine's day! postado por: juli morré 3:34 PMSábado, Fevereiro 12, 2005
postado por: Sexta-feira, Fevereiro 11, 2005
postado por: e eles foram felizes para sempre Há muito tempo eu não escrevo como antes. Por noites e dias me peguei pensando nisso. Não sou mais poesia tão grande, não sou mais menina tão doce, não sou mais minhas antigas histórias. Meu príncipe encantado nunca chegou a galope num cavalo branco, mas fui atropelada pelo trote socado de alguns jumentos. Dias cinzas me deixam alegre. O que poderia ser ruim, um incômodo talvez, passou a ser para mim semente transformando em flor, lagarta em borboleta. Minha passagem por São Paulo fez com que um pouco de São Paulo ficasse em mim, assim como todos os acertos e enganos desta vida. Fiquei concisa, mas não sintética. Tenho gosto de pimenta e cheiro de pão de queijo. Pelos meus ouvidos entram Tom Jobim e pela minha boca saem sussurros. Sai amor, saio inteira. Essa sou eu, a mesma que sai pelos olhos, que foge pelos pés, que escapa das mãos. Tão diferente daquela que fui, mas sempre tão presente, contemporânea de mim mesma. Já tive preguiça de mim, já quis me encontrar depressa, já fingi não me saber. Muitas vezes boicotei o que sentia, neguei o que queria e abortei o que haveria de ser. Mas um dia, que pode ter sido ontem, que pode ser hoje, que pode estar sendo todo dia, a gente se vê no centro do mundo, pelo menos do nosso, e enxerga o universo que existe a nossa volta, além daquele que existe bem longe ou bem dentro da gente, do planeta plantado no nosso umbigo. É mais ou menos assim quando descobrimos que dependendo da direção do nosso olhar, temos vista panorâmica para a realidade. E de novo, e sempre, uma nova chance de viver o momento único, de fazer a grande descoberta do agora, de se entregar pela primeira e última vez à pessoa certa, sem medos, sem esperas, sem dores inventadas, sem feridas nunca cicatrizadas. Posso não ser mais tão, mas certamente hoje sou doce muito mais maduro, poesia muito mais forte, menina muito mais mulher e acredito muito mais na minha própria história. Meu príncipe não veio à cavalo, mas segurou meu rosto, me deu um beijo comprido na boca e me pôs para dormir. The end. postado por: juli morré 6:59 PMQuinta-feira, Fevereiro 10, 2005
postado por: Domingo, Fevereiro 06, 2005
postado por: Quinta-feira, Fevereiro 03, 2005
postado por: Quarta-feira, Fevereiro 02, 2005
postado por: |