Explicando o inexplicável
Calúnia: Quando além de delator o mau-caráter ainda é mentiroso.
by Adriana Falcão
__________

"Amor é um gostar que não diminui de um aniversário para o outro. Não. Amor é um exagero... Também não. É um desadoro... Uma batelada? Um enxame, um dilúvio, um mundaréu, uma insanidade, um destempero, um despropósito, um descontrole, uma necessidade, um desapego? Talvez porque não tivesse sentido, talvez porque não houvesse explicação, esse negócio de amor ela não sabia explicar, a menina."


Eu sou mais eu
Conto de Réis
Professora 24 Horas
Eu no orkut





Dias que passaram





Todo dia

.:Acervo Pessoal:.
.:Acidulante:.
.:Andando ao Deus dará:.
.:Blues Curitibano:.
.:chfb in concert:.
.:Fratura Exposta:.
.:Das coisas que ficam:.
.:Mentiras históricas:.
.:Meu Mosaico:.
.:O dedo do Quevedo:.
.:O Mutante:.
.:A Poison Tree:.
.:Saudade do Presidente Figueiredo:.
.:Trash:.
.:Um ano e 11 dias:.
.:Understand me...:.

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Terça-feira, Novembro 30, 2004

Eu tenho uma verruga na ponta do dedo. Seria de tanto contar estrelas?

postado por: juli morré 12:10 PM

Passo a bola:


Segunda-feira, Novembro 29, 2004

cícera em dose dupla

Cícera: Acho que os meus cabelos têm medo da minha cabeça.
Juju: Uai, Cícera, por quê?
Cícera: Olhe bem, minha cabeça está aqui e eles estão todos correndo para o lado contrário.

Cícera: Por que é que você não coloca silicone, bichinha?
Juju: Eu não, Cícera. Pra quê?
Cícera: Sei lá... assim seus peitos iam ficar proporcionais à sua bunda.

postado por: juli morré 10:21 AM

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Sábado, Novembro 27, 2004

ursa maior



Esta noite eu não dormi: hibernei! Foram mais de 12 horas de um sono profundo. Há muito tempo eu não dormia assim, aliás, considerando dormir initerruptamente, há muito tempo mesmo. Eu estava cansada, de banzo, com calor, sozinha, foi a fórmula perfeita! Tomei um banho, comi alguma coisa, tirei todos os lençóis e dormi. Acho que eu não sonhei, melhor assim. Tudo o que eu queria era descansar, ficar um tempo sem pensar em nada, sem ler, ver filme, escrever no computador. E foi tão bom que eu acordei ainda com sono. Dizem que quanto mais a gente dorme, mais vontade se tem de dormir. Mas agora não vou voltar para cama, tenho muito o que ler e escrever depois de assistir Laranja Mecânica again. E assim caminha a humanidade. Eu? Gosto de dormir, mas prefiro fazer do que sonhar.

postado por: juli morré 9:07 AM

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Sexta-feira, Novembro 26, 2004

coisas que eu jamais perguntaria a você

Você ainda pensa em mim como eu penso em você?
Você já fez alguma viagem para um lugar que me lembrasse, que parecesse ser nosso e de tão nosso era meu e seu e de mais ninguém?
Você sabe tudo o que eu gosto, quero e sonho? E o que eu gostava, queria e sonhava para nós?
Você já dormiu na rede e quando uma mão afagava seus cabelos carinhosamente tentando lhe despertar você insistiu em permanecer com os olhos fechados porque sabia que não eram aos meus braços que elas estariam atadas?
Você já bebeu um copo cheio de vinho, e a cada gole me imaginou fazendo o mesmo e rindo cada vez mais, e continuou bebendo para não sentir vergonha das lágrimas que pareciam transbordar pelos olhos?
Você já contou nossa história para alguém tantas vezes só para convencer esta pessoa de que ela não podia ser, mesmo que a cada afirmação menos certeza tivesse daquilo que fez?
Você já acordou ao lado de uma pessoa que não se esparrama na cama como eu, que não fica a noite inteira acordada como eu, que não fazia amor como eu e mesmo assim teve a impressão de que era muito melhor se ela fosse como eu?
Você já sentiu falta do meu choro baixinho, no meu bico fininho, do meu olho te pedindo e dos meus beijos te engolindo?
Você já cantarolou uma música só porque com ela podia me ver ou me sentir ou me imaginar a dançar?
Você já saiu ou dormiu com outras mulheres porque era muito mais fácil se despedir delas depois?
Você já se ensaboou devagar e com os olhos fechados, passando suas mãos por onde eu gostava de colocar as minhas, sentiu na pele o mesmo arrepio que lhe fez continuar e seguir até o fim, até se acabar em um prazer solitário e triste no qual o corpo não condiz com o desejo de felicidade da alma?
Você já sentiu que por mais abstrato que seja o conceito de felicidade ele parecia muito mais concreto ao meu lado?
Você já imaginou como seria hoje o filho que um dia quase tivemos?
Você já teve vontade de fazer tudo diferente?
Você já sentiu falta nos dedos da aliança que nunca colocamos e na cabeça dos sonhos que nunca realizamos?
Você já se consumiu em culpas porque acordou ao lado de alguém que não era eu, mas que olhava para você com doçura e entrega?
Você conseguiu esquecer a primeira vez que me viu e o primeiro beijo que me deu?
Você já se martirizou por nunca ter tido coragem de assumir seus sentimentos e porque percebe que agora é cada vez mais distante conquistar o que sempre foi seu?
Você já riu sozinho no carro dos dias de mau humor que teve ao meu lado e só por isso teve vontade de tomar um sorvete?
Você gosta de me impressionar?
Você já passou alguns segundos, ou muitas horas, olhando uma foto minha só porque sabia que eu estava (distante demais ou perto demais) à sua espera?
Você já pensou no que fez com a minha vida?
Você chegou a me amar?
Não quero perguntar mais nada. Cansei de me revelar.

postado por: juli morré 4:56 PM

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Quarta-feira, Novembro 24, 2004

sobre as decisões

Às vezes eu tenho vontade de escrever muito. Às vezes me conto em poucas linhas. Às vezes não escrevo nada. Repeti muitas vezes que São Paulo me deixou sintética, e mais do que na objetividade do texto, eu me sentia insípida, artificial, fora do meu mundo e fora de mim. Mudei por mim, por uma paixão, por acreditar em meu coração, por vocação. Era necessário. Tão doce era. Vivi cada segundo de tempo, de dia e de noite. Mas posso dizer muito certa que sinto saudades do que foi. Sinto saudades do que não foi. Sinto saudades dos meses que passei aqui. Dizem que sentimos saudades na ausência. Discordo completamente. Para sentir saudade é preciso presença. Um bilhete antigo, uma blusa velha, um grosso álbum de fotografias. Alguns amigos, alguns amores e um sorriso foram o suficiente para me mostrar quanto de mim ainda há lá, ancorado no mar de morros. Ser mineiro não é condição, é estado de espírito. Senti falta das viagens que não fiz pela Índia e dos e-mails que de lá não recebi. Parece que nos trens de Mumbaim me perdi. É como se as festas, das quais nunca participei, me fossem inesquecíveis. É como se depois do colégio nos sentássemos em um bar qualquer para mais uma cerveja. Eu não sei lidar com a solidão. Definitivamente não sei. Também não tenho medo de voltar atrás. Orgulho não é verbete do meu dicionário. E se sinto saudades e vontades, embarco mais uma vez em outra viagem, agora rumo ao conhecido, à surpresa do encontro certo, ao desejo do que era antes, como os sonhos e a vida da mulher de agora na minha cama de menina.



As janelas
Konstantinos Kaváfis

Nestes compartimentos escuros onde passo
dias opressivos, ando para cá e para lá
a fim de achar as janelas - Quando se abrir
uma janela, será um consolo. -
Mas não se acham as janelas, ou não posso
encontrá-las. E talvez seja melhor que não as encontre.
Talvez seja a luz um novo martírio.
Quem sabe que novas coisas ela mostrará.

postado por: juli morré 5:38 PM

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blah



Eu odeio ficar o dia inteiro esperando o telefone tocar e receber, antes de dormir, uma mensagem idiota da operadora de celular.

postado por: juli morré 10:23 AM

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Segunda-feira, Novembro 22, 2004

zzzzzzzzzzzzz

Por que é que a gente boceja?
Por que é que a gente só boceja quando está com sono?
Por que é que quando alguém boceja a gente boceja também?

postado por: juli morré 9:13 AM

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fernão capelo urubu
uma fábula sobre as aparências

Quem prefere as gaivotas nunca voou ao lado de um urubu.
O meu medo de avião me aproxima dos pilotos.


Cafifa by mutante

postado por: juli morré 9:11 AM

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Sábado, Novembro 20, 2004

campanha por um mundo melhor

Quer fazer um bem à humanidade e às crianças neste Natal? Dê Lego de presente.

postado por: juli morré 8:50 PM

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Quinta-feira, Novembro 18, 2004

Alguém conhece alguma mulher que não goste de espremer os cravos nas costas do namorado? Me apresenta ele?

postado por: juli morré 4:40 PM

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Quarta-feira, Novembro 17, 2004

Um dia uma pessoa fez uma música para mim.
Não me lembro completamente da letra, mas o refrão era mais ou menos assim:

Faço tudo o que der
Por você, arrasto os segundos
Me jogo no lago do amor
Vou sem medo, eu vou pro fundo




E eu queria ter tatuado as notas dessa melodia no meu pé de estrelas.

postado por: juli morré 9:42 AM

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Segunda-feira, Novembro 15, 2004

sobre os encontros, desencontros e reencontros desta vida

Faça uma lista de grandes amigos:
quem você mais via dez anos atrás.
Quantos você ainda vê todo dia?
Quantos você já não encontra mais?
Faça uma lista dos sonhos que tinha:
quantos você desistiu de sonhar?
Quantos amores jurados para sempre?
Quantos você conseguiu preservar?
Onde você ainda se reconhece?
Na foto passada ou no espelho de agora?
Hoje é do jeito que achou que seria?
Quantos amigos você jogou fora?
Quantos mistérios você sondava?
Quantos você conseguiu entender?
Quantos segredos que você guardava
hoje são bobos ninguém quer saber?
Quantas mentiras você condenava,
quantas você teve que cometer?
Quantos defeitos sanados com o tempo
eram o melhor que havia em você?
Quantas canções que você não cantava,
hoje assobia para sobreviver?
Quantas pessoas que você amava
hoje acredita que amam você?
Faça uma lista de grandes amigos:
quem você mais via dez anos atrás.
Quantos você ainda vê todo dia?
Quantos você já não encontra mais?
Quantos segredos que você guardava
hoje são bobos ninguém quer saber?
Quantas pessoas que você amava
hoje acredita que amam você?

postado por: juli morré 2:39 PM

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Sexta-feira, Novembro 12, 2004

mãe só tem duas

Um poema de Drummond pergunta por que Deus permite que as mães vão-se embora. Chama-se Para sempre. Mãe não deveria morrer, é estado de graça. Está escrito lá. Eu pergunto a Deus por que Ele permite que além das mães leve o tempo as avós? Se mãe é tempo sem hora, casa de vó é infância eterna. Plagiando minha amiga Paula, avó é nossa mãe de açúcar. É fruta no pé, é gato pela casa, é esperar Papai Noel atrás da porta, é comida no fogão de lenha, é galinha no galinheiro, é bala de caramelo depois do almoço, é achar semelhança nos retratos das tataravós, é jantar seis horas da tarde, é o melhor bife com arroz feijão batata frita tomate e cebola do mundo, é carinho desmedido e incondicional. Naquelas rugas muitas vezes detive os olhos a imaginar histórias. Inventava passados heróicos, grandes fazendas de café, vestidos de renda importada. Aqueles longos cabelos brancos que escorriam pelas costas carregavam o peso de seus 98 anos. Durante muito tempo Cemiquinha era como me chamavam: Geniozinho forte tem essa menina, não? E os cabelos anelados da avó. Dona Miracema não era bonita quando jovem, aliás, isso era das coisas todas talvez a que mais me perturbava. Eu ainda não entendia o amor (isso se é que hoje o entendo) para saber: como é que meu avô, lindo de morrer, foi se casar com vovó. Não é difícil de entender quando se conhece aquela mulher. Não é difícil de entender quando se ouve sobre ele. Não é difícil de entender quando a gente pensa no tamanho da vida. Hoje, Dia das Mães, eu queria homenageá-las, mamãe e vovó, duas grandes mulheres, meus dois grandes exemplos, pedaço disso que sou. E da mãe e da avó que, espero, e quero, serei um dia.

Este post é uma forma de nunca esquecer minha vó, que sexta-feira, dia 06 de maio de 2005, foi internada no hospital quase em coma, e uma forma, agora menos triste, de dizer eu te amo à ela, à Dona Vanda, Vó Marta, Dona Terezinha, Maria José, Nádia, Ju Brêtas, Silvitia, Jaqueline, Tia Célia, Tia Fátima, Tia Liege, Tia Mires, Tia Isa. Mãe é gostar de graça, é estado de graça.

postado por: juli morré 7:48 AM

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Quinta-feira, Novembro 11, 2004

Eu nunca tive tantos ex-namorados na vida. E eles também nunca apareceram todos de uma vez só. Eu gosto de cada um de um jeito diferente. Sim, eu sou amiga dos meus exs. De alguns, muito amiga. A única coisa ruim disso tudo é que cada vez que eu encontro um deles fico sem um dos meus brincos, ou pelo menos sem um pedaço de um deles.

postado por: juli morré 1:43 PM

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Quarta-feira, Novembro 10, 2004

Ando tão à flor da pele,
qualquer beijo de novela me faz chorar


postado por: juli morré 9:59 AM

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Terça-feira, Novembro 09, 2004

conversa mole pra judeu dormir



Era uma vez um lugar misterioso, perigoso e distante chamado Oriente Médio. Dizem que Deus viveu por lá, mas como nós sabemos que Deus é brasileiro, existem controvérsias. No meio de um deserto, onde chovia petróleo, nasceu um homem chamado Yasser Arafat. Alguns dias atrás, Arafat foi à França e subiu no telhado...

postado por: juli morré 10:32 AM

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Sábado, Novembro 06, 2004

coisas que todo mundo devia saber sobre mim
parte I

Eu sempre desço do elevador no andar errado.
Eu fico procurando figuras nas nuvens.
Eu ando pelas ruas sorrindo sozinha.
Eu acredito nas pessoas.
Eu como pão com manteiga, queijo, presunto e geléia de uva.
Eu tenho muitos amigos homens.
Eu estou sempre lendo alguma coisa.
Eu gasto muito dinheiro.
Eu adoro cozinhar.
Eu falo demais.
Eu como muita porcaria.
Eu sou hipocondríaca.
Eu sou ninfo.
Eu prefiro o meu cabelo liso do que anelado.
Eu durmo vendo filme no sofá de casa.
Eu babo quando durmo bem.
Eu bebo muito.
Eu sempre paro de fumar.
Eu adoro crianças.
Eu fujo.
Eu gosto de andar na chuva.
Eu leio autores contemporâneos.
Eu li os clássicos.
Eu espero.
Eu adoro estudar.
Eu sou viciada em internet.
Eu amo escrever.
Eu rezo todos os dias antes de dormir.
Eu prefiro a literatura brasileira.
Eu saio toda terça-feira.
Eu tenho insônia.
Eu esqueço datas de aniversário.
Eu adoro festas temáticas.
Eu odeio gente chata.
Eu danço mal.
Eu adoro tirar foto.
Eu sou hiperativa, distraída e impulsiva.
Eu vou ser dona de um café.
Eu ouço muita MPB.
Eu quero viver um grande amor.
Eu assisto filmes antigos.
Eu sou muito feliz com a minha webcam.
Eu gosto de títulos criativos de e-mail.
Eu sou louca por surpresas.
Eu estou apaixonada.

postado por: juli morré 11:15 PM

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Sexta-feira, Novembro 05, 2004

diz que me diz

Os únicos dias do ano nos quais você não pode fazer nada são ontem e hoje. Ou, se preferir: Não faça dieta! A baleia só bebe água, come algas, nada o dia inteiro e é imensa de gorda.

postado por: juli morré 4:20 PM

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Quinta-feira, Novembro 04, 2004

dois dias depois que os mortos morreram
a volta dos mortos-vivos



A menina não tinha medo de mortos, nem de fantasmas. Tinha medo da morte e do escuro. Sua vida era repleta de cadáveres e lembranças. Dos dois avós, do padrinho, do amigo de colégio e da prima querida. Esses a entristeciam na perda. Mas havia também os outros. Sim, os outros, dentro de livros, discos e fitas. Todos mortos, imortalizados, faziam festa para ela. Povoavam suas histórias desde sempre e eram fascinantes justamente por não mais existirem. Nas guerras dos livros de história, nas histórias dos livros de literatura, na literatura dos livros universais. Falavam outros idiomas, tinham outros costumes, viveram em outras épocas: mas ela os entendia a todos. Com alguns tinha até afinidades. Dormia com eles. Sonhava com outros, em preto e branco. E via sua língua se misturar na deles. E se eu tivesse nascido naquela época? E se fosse tudo diferente? E se eu pudesse falar com Deus? A menina pensava e sozinha organizava festas nos salões do céu e do inferno que só a ela pertenciam.

postado por: juli morré 1:56 PM

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Quarta-feira, Novembro 03, 2004

forças ocultas

Eu acho que o Homem Invisível deu um soco no meu estômago enquanto eu dormia de domingo para segunda. E pôxa... como ele é forte!

postado por: juli morré 10:54 AM

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Segunda-feira, Novembro 01, 2004

Eu não devia ter bebido. Pelo menos não tanto...

postado por: juli morré 10:29 AM

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